quinta-feira, 9 de outubro de 2014

O CRESCIMENTO É UM PROCESSO BIOLÓGICO, DE MULTIPLICAÇÃO E AUMENTO DO TAMANHO CELULAR, EXPRESSO PELO AUMENTO DO TAMANHO CORPORAL. TODO INDIVÍDUO NASCE COM UM POTENCIAL GENÉTICO DE CRESCIMENTO, QUE PODERÁ OU NÃO SER ATINGIDO, DEPENDENDO DAS CONDIÇÕES DE VIDA A QUE ESTEJA SUBMETIDO DESDE A CONCEPÇÃO ATÉ A IDADE ADULTA. FISIOLOGIA–ENDOCRINOLOGIA–NEUROENDOCRINOLOGIA–GENÉTICA–ENDÓCRINO-PEDIATRIA (SUBDIVISÃO DA ENDOCRINOLOGIA): DR. JOÃO SANTOS CAIO JR. ET DRA. HENRIQUETA VERLANGIERI CAIO.

Pode-se dizer que o crescimento sofre influências de fatores intrínsecos (genéticos, metabólicos, malformações, muitas vezes correlacionados, ou seja, podem ser geneticamente determinados) e de fatores extrínsecos, dentre os quais se destacam a alimentação, a saúde, a higiene, a habitação e os cuidados gerais com a criança/infantil/ juvenil/pré-púbere. Como consequência, as condições em que ocorre o crescimento, em cada momento da vida da criança, incluindo o período intrauterino, determinam as suas possibilidades de atingir ou não seu potencial máximo de crescimento determinado por sua carga genética. Com relação ao crescimento linear (estatura), pode-se dizer que a altura final do indivíduo é o resultado da interação entre sua carga genética e os fatores do meio ambiente que permitirão a maior ou menor expressão do seu potencial genético. Nas crianças menores de cinco anos, a influência dos fatores ambientais é muito mais importante do que a dos fatores genéticos para expressão de seu potencial de crescimento. Os fatores genéticos apresentam a sua maior influência na criança acima dos 5 anos de idade, no adolescente e no jovem. A perpetuação de seu DNA é uma característica dos seres vivos, mas é impar em humanos como topo de cadeia, pois a herança genética é a propriedade dos seres vivos de transmitirem suas características aos descendentes. Do ponto de vista do crescimento, a herança genética recebida do pai e da mãe estabelecem um potencial ou alvo que pode ser atingido. Existem grandes variações individuais no potencial de crescimento dado pela herança genética. Observa-se, p. ex., que a variação de altura da população adulta, saudável, do sexo masculino é cerca de 20 cm, enquanto que esta mesma variação entre irmãos é de 16 cm e entre gêmeos homozigóticos é de 1,6 cm. 
O alcance dessa meta biológica depende, na verdade, das condições do ambiente onde se dá o crescimento da criança sendo sua influência marcante. Poucas funções biológicas dependem tanto do potencial genético como o crescimento. No entanto, a qualquer momento, desde a concepção e especialmente nas crianças pequenas, fatores ambientais podem perturbar o ritmo e a qualidade deste processo. A variabilidade genética normal é sempre levada em consideração, quando se realizam diagnósticos de déficit de crescimento. A influência do fator genético no crescimento pode ser demonstrada através de vários exemplos: No crescimento linear: o coeficiente de correlação entre as medidas de altura dos pais e a altura/comprimento dos filhos em diferentes idades: ao nascer esse coeficiente é de 0,2, porque o crescimento do recém-nascido reflete mais as condições intrauterinas do que o genótipo fetal. Esse coeficiente se eleva rapidamente, de modo que aos 18 meses chega a 0,5, que é aproximadamente o valor que terá na idade adulta. Dos 2 aos 3 anos até a adolescência a correlação da altura pais/criança pode ser usada para predizer padrões para a altura de crianças, em relação a altura de seus pais. Os coeficientes de correlação entre as medidas de estatura de uma criança em sucessivas idades e sua própria altura na idade adulta: essa correlação do comprimento ao nascer com a altura na idade adulta é de 0,3, elevando-se rapidamente de modo que dos 2 aos 3 anos seu valor é de 0,8. A implicação prática dessa relação é que a altura na idade adulta pode ser estimada preditivamente a partir da altura dos 2 aos 3 anos com um erro aproximado de até 8 cm. Na puberdade, essa correlação diminui porque algumas crianças maturam mais cedo e outras mais tarde, mas se a idade óssea for tomada em consideração é possível fazer a predição. 
O baixo coeficiente de correlação observado nos primeiros anos de vida reflete, possivelmente, a grande influência que o ambiente exerce nessa fase do crescimento, minimizando a correlação com o potencial genético. À medida que a criança fica mais velha, atenua-se a influência do ambiente, ganhando importância os fatores genéticos.


FACTORS INVOLVED IN CHILD / CHILDREN / YOUTH AFFECTING GROWTH OF PITCH HEIGHT.

THE GROWTH IS A BIOLOGICAL PROCESS OF MULTIPLICATION AND INCREASE IN CELL SIZE, EXPRESS BY INCREASING THE SIZE BODY. ANY PERSON IS BORN WITH A GENETIC POTENTIAL GROWTH, WHICH MAY BE OR NOT BE REACHED, DEPENDING ON THE CONDITIONS OF LIFE THAT IS SUBMITTED FROM THE BIRTH TO ADULT AGE: PHYSIOLOGY-ENDOCRINOLOGY-NEUROENDOCRINOLOGY-GENETICS-ENDOCRINE-PEDIATRICS (SUBDIVISION OF ENDOCRINOLOGY): DR. JOÃO SANTOS CAIO JR. ET DRA. HENRIQUETA VERLANGIERI CAIO. 


Therefore, one can say that the growth is influenced by intrinsic (genetic, metabolic and malformations often correlated, e. g., may be genetically determined) and extrinsic factors, among which the feeding, health, hygiene, housing and general care for the child/juvenile/youth /pre-pubescent. As a result, the conditions in which growth occurs in every moment of the child's life, including the intrauterine period, determine their chances of achieving or not your maximum growth potential, endowed by their genetic load. With respect to linear growth (height), it can be said that the final height of the individual is the result of the interaction between their genetic makeup and environmental factors that will allow greater or lesser expression of their genetic potential, thus allowing that reaches its potential genetic target. 

In children under five, the influence of environmental factors is much more important than the genetic potential for expression of growth factors. Genetic factors have a marked influence on children over 5 years, adolescents and young. The perpetuation of their DNA is a feature on living beings but is odd in humans as top chain because genetic inheritance is the property of living beings transmits their characteristics to offspring. From the point of view of growth, genetic inheritance from the father and the mother establishes a potential or target that can be achieved. There are large individual variations in growth potential given by genetic inheritance. It is observed, for ex., the variation in height of an adult, healthy population, male is about 20 cm, while that same variation between siblings is 16 cm and between monozygotic twins is 1.6 cm. The scope of this biological target depends, in fact, the conditions of the environment where it gives the child's growth and its remarkable influence. Few biological functions depend on both the genetic potential growth. However, at any time, from conception and especially in young children, environmental factors can disrupt the pace and quality of this process. The normal genetic variability is always taken into consideration when performing diagnostics deficit of growth. The influence of genetic factors in growth can be demonstrated by several examples: In linear growth: the coefficient of correlation between measures of parental height and the height/length of children at different ages: birth this coefficient is 0.2 because the growth of the newborn reflects more than intrauterine fetal conditions genotype. This coefficient increases rapidly, so that at 18 months reaches 0.5, which is about the value that wills adulthood. From 2 to 3 years to adolescence correlation height parent/child can be used to predict patterns for the height of children in relation to height of your parents. 
normal hormonal control of puberty.
The correlation coefficients between measures of stature of a child in successive ages and your own height in adulthood: the correlation length at birth with height in adulthood is 0.3, rising quickly so that the 2 to 3 years value is 0.8. The practical implication of this relationship is that the height in adulthood predictively can be estimated from the height of 2 to 3 years with an approximate error of up to 8 cm. At puberty, this correlation decreases because some children mature earlier and others later, but if the bone age is taken into account it is possible to make the prediction. The low correlation coefficient observed early in life, possibly reflecting the great influence that the environment exerts this growth phase, minimizing the correlation with the genetic potential. As the child gets older, attenuates the influence of the environment, genetic factors become increasingly important.


Dr. João Santos Caio Jr.

Endocrinologia – Neuroendocrinologista

CRM 20611

Dra. Henriqueta V. Caio
Endocrinologista – Medicina Interna
CRM 28930

Como saber mais:
1. O controle hipotalâmico da homeostase se fundamenta na capacidade desta coleção de neurônios em orquestrar de forma coordenada as respostas endócrinas, autônomas e comportamentais...
http://hormoniocrescimentoadultos.blogspot.com

2. Um princípio fundamental é que o hipotálamo receba estímulos sensitivos do ambiente externo (p. ex.: luz, dor, temperatura, substâncias odoríferas) e informações referentes ao ambiente interno (p. ex.: pressão arterial, osmolaridade do sangue, glicemia)...
http://longevidadefutura.blogspot.com

3. Ademais os hormônios (p. ex.: glicocorticóides, estrogênio, testosterona, hormônio da tireóide) de modo particularmente relevante para o controle neuroendócrino, exercem feedback negativo e positivo sobre o hipotálamo...
http://imcobesidade.blogspot.com

AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO
DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.


Referências Bibliográficas:
Caio Jr, João Santos, Dr.; Endocrinologista, Neuroendocrinologista, Caio,H. V., Dra. Endocrinologista, Medicina Interna – Van Der Häägen Brazil, São Paulo, Brasil; Crescimento Sinclair D. humana após o nascimento. Londres: Oxford University Press, 1978; Smith DW. Crescimento e seus distúrbios. Philadelphia: WB Saunders, 1977; Tanner JM, Healy MJR, Lockhart RD, et al. Aberdeen Growth Study, I: a previsão de medição corpo adulto a partir de medidas tomadas a cada ano desde o nascimento até cinco anos. Arch Dis Child 1956 ; 31 : 372 ; Marshall WA, Tanner JM. As variações nos padrões de mudanças da puberdade nas meninas. Arch Dis Child 1969 ; 44 : 291 -303; Marshall WA, Tanner JM. As variações nos padrões de mudanças da puberdade nos meninos. Arch Dis Child 1970 ; 45 : 13 -23; Berkey CS, Wang X, Dockery DW, Ferris B. Adolescente crescimento em altura das crianças americanas. Ann Hum Biol 1994 ; 21 : 435 -42; Malina RM. Maturação esquelética estudou longitudinalmente mais de um ano em brancos americanos e negros seis a 13 anos de idade. Hum Biol 1970; 42 : 377 -90; Tanner JM, Whitehouse RH, Marshall WA, Carter BS. Previsão da altura adulta, idade óssea e ocorrência da menarca, na idade de 4 a 16 com provisão para créditos de altura midparental. Arch Dis Child 1975 ; 50 : 14-26; Kelch RP, Beitins IZ. Desenvolvimento sexual do adolescente. In: Kappy MS, a Blizzard RM, Migeon CJ, eds. O diagnóstico e tratamento de doenças endócrinas na infância e adolescência. 4 ed. Springfield, IL: Charles C Thomas, 1994: 193-234; Johnston FE. Aspectos do desenvolvimento da padronização de gordura.In: Hernandez M, Argente J, eds. Crescimento humano: aspectos básicos e clínicos. Amsterdam: Elsevier, 1992: 217-26; DB Cheek. Composição corporal, hormônios, nutrição e crescimento do adolescente. In: Grumbach MM, Sepultura GD, Mayer FE, eds. Controlo do início da puberdade. New York: John Wiley & Sons, 1974: 424-47; Bonjour J, Theintz G, Buchs B, Slosman D, Rizzoli R. anos críticos e fases da puberdade para a acumulação de massa óssea vertebral e femoral durante a adolescência.


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